segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

LIVRO: 101 MARAVILHAS DE DEUS - VOLUME IV

Este livro pode ser lido gratuitamente abaixo, baixar em download no slideshare, ou você pode comprar em formato e-book ou impresso pelo clubedeautores.com.br ou amazon.com.br

Continuo em minha saga em investigar o mundo, os sentimentos, os animais, plantas e outros seres vivos procurando vestígios que indiquem que tudo isso não esta diante dos nossos olhos por acidente, por evolução cega, aleatória e burra, mas que o mundo revela que existe uma mente brilhante que o projetou e que criou leis naturais para fazer o grande mecanismo do universo funcionar automaticamente. Percebemos claramente que são milhões ou bilhões de engrenagens que fazem o universo funcionar. Não podemos falar muito do universo porque o nosso conhecimento é mínimo sobre os corpos celestes e as possíveis criaturas que infestam o infinito. Mas o planeta Terra possui um acervo de variedade de espécies de vida que é estarrecedor. Enquanto os cientistas procuram algum vestígio de vida no universo, mesmo que seja uma bactéria, aqui na Terra são tantas espécies de vida que ainda não catalogamos todas. Mas todas as criaturas possuem características peculiares e tecnologias biológicas embarcadas que só podem ter surgido porque foram criadas no laboratório espacial de Deus.
Categorias: Ciências Da VidaCiências Da TerraCiência AmbientalCiências BiológicasCiênciaAnimais 
Palavras-chave: biologia, criacionismo, deus, natureza

Características

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Número de páginas: 119

Edição: 1(2017)

ISBN: 978-1542709279

Formato: A5 148x210

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

Os grandes faraós

Faraó era o título atribuído aos reis (com estatuto de deuses) no Antigo Egito. O termo de origem egípcia que significava propriamente "casa elevada", indicando inicialmente o palácio real. Este termo, na realidade, não era muito utilizado pelos próprios egípcios. No entanto, devido à inclusão deste título na Bíblia, mais específicamente no livro do "Êxodo", os historiadores modernos adotaram o vocábulo e generalizaram-no.

A imagem que o grande público tem dos faraós vem, em grande parte, daquela que nos é dada pelas grandes produções cinematográficas, onde o Faraó aparece como um monarca todo poderoso que governa de modo absoluto, rodeado de uma corte de servos e obrigando uma multidão de escravos a construir monumentos em sua honra.
Mas, ainda que muitos dos faraós tenham sido, sem dúvida, déspotas - a idéia da monarquia absoluta tem aqui os seus primórdios - a verdade é que este termo abrange uma grande variedade de governantes, de índoles e interesses diversos.
Em cerca de três mil anos de tradição faraônica, passaram pelo trono do Egito homens (e algumas mulheres) com aspirações bem diferentes. Desde os misteriosos construtores das pirâmides de Gizé, ao poeta místico Akhenaton, passando pelo lendário Ramsés II, encontramos toda uma diversidade de indivíduos que, no seu conjunto, governaram uma das mais importantes civilizações humanas.

O poder dos faraós

Os faraós eram os reis do Egito Antigo. Possuíam poderes absolutos na sociedade, decidindo sobre a vida política, religiosa, econômica e militar. Como a transmissão de poder no Egito era hereditária, o faraó não era escolhido através de voto, mas sim por ter sido filho de outro faraó. Desta forma, muitas dinastias perduraram centenas de anos no poder.
Na civilização egípcia, os faraós eram considerados deuses vivos. Os egípcios acreditavam que estes governantes eram filhos diretos do deus Osíris, portanto agiam como intermediários entre os deuses e a população egípcia.
Os impostos arrecadados no Egito concentravam-se nas mãos do faraó, sendo que era ele quem decidia a forma que os tributos seriam utilizados. Grande parte deste valor arrecadado ficava com a própria família do faraó, sendo usado para a construção de palácios, monumentos, compra de jóias, etc. Outra parte era utilizada para pagar funcionários (escribas, militares, sacerdotes, administradores, etc.) e fazer a manutenção do reino.
Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois esta deveria ser o túmulo para o seu corpo. Como os egípcios acreditavam na vida após a morte, a pirâmide servia para guardar, em segurança, o corpo mumificado do faraó e seus tesouros. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, contando todas as coisas boas que o faraó fez em vida. Esta espécie de biografia era importante, pois os egípcios acreditavam que Osíris (deus dos mortos) iria utilizá-la para julgar os mortos.

Alguns faraós famosos e suas realizações:
 Tutmés I, faraó do Egito (1524-1518 a.C.) da XVIII dinastia, sucessor do seu cunhado Amenófis I (que reinou em 1551-1524 a.C.). Destacado militar, foi o primeiro faraó a ser enterrado no Vale dos Reis.
 Tutmés II, faraó do Egito (1518-1504 a.C.), filho de Tutmés I e meio-irmão e marido da rainha Hatshepsut. Enviou uma expedição contra as tribos núbias rebeladas contra sua soberania e contra os beduínos, povo nômade dos desertos da Arábia e do Sinai.

 Tutmés III, faraó do Egito (1504-1450 a.C.). Era filho de Tutmés II e genro de Hatshepsut. Durante seu reinado, Tutmés III realizou 17 campanhas militares bem sucedidas, conquistando a Núbia e o Ludão. Conseguiu que os mais importantes estados lhe rendessem tributo: Creta, Chipre, Mitani, Hatti (o reino dos hititas), Assíria e Babilônia. Tutmés III afirmou a hegemonia egípcia em todo o Oriente Médio.

 Tutmés IV, faraó do Egito (1419-1386 a.C.) da XVIII dinastia, filho de Amenófis II e neto de Tutmés III. Comandou expedições militares contra a Núbia e a Síria, e negociou alianças com a Babilônia e o Mitanni.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

LIVRO: PÔR DO SOL - MARAVILHAS DE DEUS

Livro a venda no clubedeautores e no amazon.com.br
Leia gratuitamente ou faça download pelo slideshare logo abaixo.

As fotos mais lindas do pôr do sol no mundo. Esta é a proposta deste livro, mostrar a beleza do por do sol em todas as nações do planeta Terra. Um dos momentos mais sublimes do dia é exatamente a hora em que o sol se põe e lentamente a noite toma conta. Infelizmente vivemos uma época em que as pessoas estão ocupadas demais para ver o espetáculo que Deus nos garante gratuitamente quase todos os dias, falo quase todos os dias porque algumas vezes e em alguns lugares nem sempre dá para ver o por do sol com tanta regularidade, devido os dias chuvosos e nublados.
Categorias: GeofísicaEcologiaCiências Da TerraNaturezaGeografia E HistoriaCiência 
Palavras-chave: bíblia, física, meteorologia, sol

Características

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Número de páginas: 96

Edição: 1(2016)

ISBN: 1539336964

Formato: A5 148x210

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g



EGIPTOLOGIA NO BRASIL

Frequentemente sou indagada a respeito de onde estudar Egiptologia no Brasil. Apesar de usarmos o termo "egiptologia", este não é, no Brasil, um campo de estudos constituído, como ocorre no exterior. Não há uma faculdade nem cursos de pós-graduação específicos em Egiptologia em nosso país. Como fazer, então, para se tornar um especialista na área? Não é fácil, mas também não é impossível.
As opções são, sim, escassas, e ainda estamos há anos-luz de distância dos europeus e norte-americanos. Há dificuldades relacionadas ao acesso a materiais de estudo - a esmagadora maioria dos livros e periódicos tem que ser importada, o que leva a uma outra questão: aquele que pretende se especializar em Egito Antigo deve, imperativamente, ter conhecimento de uma língua estrangeira, de preferência inglês e/ou francês. O alemão também é uma ferramenta importante. Estudar a língua dos egípcios antigos (que possui vários estágios) é uma tarefa praticamente impossível de ser feita sozinho e somente a Universidade Federal Fluminense, em Niterói, oferece curso básico de egípcio médio e, mesmo assim, somente para a pós-graduação.
Apesar das dificuldades, o número de especialistas em Egito antigo vem aumentando nos últimos anos, e já é possível encontrar produções de qualidade sobre variados aspectos dessa civilização tão fascinante.
O caminho das pedras inicia-se, geralmente, através de uma graduação em História ou Arqueologia. Nesse caso, o estudante pode voltar sua formação (caso exista essa possibilidade na instituição da qual faz parte) para disciplinas optativas de História Antiga. Infelizmente, a maioria das universidades não oferece disciplinas específicas sobre Egito Antigo, salvo exceções, como a Universidade Federal Fluminense e a PUC do Rio Grande do Sul. Eu mesma enfrentei esse problema já que, onde cursei a graduação em História (UFPR), não havia especialistas em Oriente Antigo. Como meu interesse no Egito antigo sempre foi muito forte, a solução foi buscar por conta própria bibliografia sobre o tema e contatar profissionais que já haviam terminado pós-graduação na área para pedir sugestões iniciais de leitura.
Após a graduação, a saída é procurar um mestrado/doutorado. Conforme dito anteriormente, não há nenhum curso específico em Egiptologia, mas há cursos que oferecem disciplinas na área, permitindo que os estudantes possam aperfeiçoar a sua formação. As opções se concentram no eixo Rio-São Paulo:

Rio de Janeiro:

- Museu Nacional do Rio de Janeiro (UFRJ): Sob a orientação do Professor Antônio Brancaglion Jr., é possível realizar um mestrado em Arqueologia, com ênfase em Arqueologia Egípcia.

- Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ): Coordenado pela professora Maria Regina Cândido, o Núcleo de Estudos de História Antiga (NEA), oferece periodicamente cursos de especialização em História Antiga.

Niterói:

- Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (UFF): a universidade conta com o Professor Ciro Flamarion Cardoso, renomado especialista em Egito Antigo, e é a única a oferecer curso de língua egípcia (egípcio médio) em sua grade de disciplinas.

São Paulo:

- Universidade de Campinas (UNICAMP): O professor Pedro Paulo Funari, especialista em Roma, orienta estudos sobre Egito greco-romano na linha de História Cultural.

- Universidade de São Paulo (USP): Nessa universidade, há a possibilidade de realizar uma pós-graduação em História ou, então, em Arqueologia. Na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, o assiriólogo Marcelo Rede orienta trabalhos na área de História Antiga. A especialização em Arqueologia pode ser feita no MAE (Museu de Arqueologia e Etnografia) onde, inclusive, há uma coleção egípcia, com peças originais.

Curitiba:

- O professor Moacir Elias Santos oferece, periodicamente, curso de pós-graduação (especialização) em História Antiga.

Porto Alegre:

- Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS): nessa universidade é possível realizar pós-graduação em Egiptomania (usos e re-interpretações de traços da cultura egípcia antiga no mundo moderno e contemporâneo) sob a orientação da Professora Margareth Bakos.


*No artigo a seguir, o professor Ciro Flamarion Cardoso esclarece mais alguns aspectos relacionados à carreira de egiptólogo no Brasil: http://portalcienciaevida.uol.com.br/ESL

sexta-feira, 15 de abril de 2016

TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA

Compre o livro TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA em várias livrarias virtuais como amazon.com, e clubedeautores.com.br no endereço abaixo:
https://clubedeautores.com.br/book/207470--TODOS_OS_TELEFONES_DO_PRESIDENTE_LULA#.VxGX-vkrLIU

          
  Este presente volume faz uma análise das ligações telefônicas que o juiz Sergio Moro retirou o sigilo do processo e permitiu que a sociedade brasileira tomasse conhecimento do complô que Lula, Dilma e a cúpula do Partido dos Trabalhadores tramavam contra o Brasil. Em seu plano de poder, o PT enriqueceu seus membros mais ilustres e arregimentava sua quadrilha na ralé da sociedade com seus exércitos paralelos como o MST, os ditos movimentos sociais, os sindicatos e grupos sanguessugas como a CUT (Central Única dos Trabalhadores).  As revelações das conversas telefônicas deixaram o Brasil estarrecido com as manobras ilegais que o PT tramava para livrar Lula das mãos pesadas da justiça federal, em especial, da REPÚBLICA DE CURITIBA, pois daquela capital brasileira, uma força conjunta da Policia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, desvendou-se o maior esquema de corrupção da história do Brasil e mesmo da história da humanidade. O volume de dinheiro desviado do erário público e da Petrobrás trata-se de uma soma astronômica que bandidos mancomunados transferiram para sustentar a máfia do PT


sexta-feira, 11 de março de 2016

LIVRO: O DIABO ESTÁ AO SEU LADO

O Escriba Valdemir publicou este livro e pode ser comprado impresso ou em e-book no endereço abaixo, além de dezenas de outras editoras e livrarias virtuais. Pode ser lido na íntegra logo a seguir.

https://www.clubedeautores.com.br/book/204955--O_Diabo_esta_ao_seu_lado?topic=desenvolvimento#.VuIzdfkrLIU
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Tive inúmeras experiências com os demônios, e a cada dia tenho novas experiências. Ninguém passa por este mundo sem sentir por algum momento uma perturbação em sua vida. Um vulto que passou por trás de você, uma voz chamando seu nome e você não vê ninguém. Um pesadelo extremamente assustador. Um impulso maligno para fazer algo contrário a sua consciência. Muitas vezes uma voz, como se houvesse outra pessoa discutindo em sua mente com você, te tentando para fazer algo proibido. Cada um fazendo uma retrospectiva da sua vida perceberá que em alguns momentos uma presença maligna o cercou. Não tem como evitar isso. Aliás, quanto mais a pessoa se volta para Deus, mais chances ela terá de sentir o Mal lhe rondando, lhe cercando e espreitando sua vida, porque o Diabo não quer ninguém bem.  



domingo, 17 de janeiro de 2016

ENTENDA A CONGREGAÇÃO CRISTÃ - VOLUME II - CONVENÇÕES DE 1965 A 1971

O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra.Trata-se de uma. crítica textual sobre as deliberações das convenções da CCB entre os anos de 1965 a 1971 Contendo 183 páginas. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:

https://clubedeautores.com.br/book/201801--Entenda_a_Congregacao_Crista__Volume_II#.Vpu8fvkrLIU
http://www.amazon.com/


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A CCB (Congregação Cristã no Brasil) é hoje considerada a terceira maior denominação evangélica do Brasil, só perdendo em membros para a Assembleia de Deus e para a Igreja Batista. Sua história é ligada ao surgimento do maior avivamento espiritual dos Estados Unidos, com os eventos sobrenaturais da Rua Azuza, que deu origem ao pentecostalismo moderno. Dali saíram Daniel Berg que fundou a Assembleia de Deus no Brasil, começando por Belém do Pará, e também pela Rua Azuza passou Luigi Francescon que fundou a Congregação Cristã no Brasil, iniciando a obra no Estado do Paraná. Este livro faz parte de uma série que estuda a evolução do pensamento na CCB, analisando as deliberações das convenções anuais.






terça-feira, 12 de janeiro de 2016

LIVRO: APOCALIPSE COMENTADO PELO ESCRIBA


O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra.Trata-se de uma explicação do Apocalipse versículo por versículo, analisando o texto nos manuscritos grego e interpretando-o, Contendo 356 páginas. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:

https://clubedeautores.com.br/book/200513--APOCALIPSE_COMENTADO_PELO_ESCRIBA?topic=hermeneutica

http://www.amazon.com/apocalipse-comentado-pelo-escriba-Portuguese/dp/1522923144/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1452608888&sr=8-2&keywords=apocalipse+comentado+pelo+escriba

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Aqui temos um livro que poderá ajuda-lo a entender o Apocalipse, que sem dúvida é o livro mais difícil de interpretar das Escrituras Sagradas. Nós sabemos a responsabilidade que é interpretá-lo, por isso nos exaustamos para poder compreender as ideias do livro, afinal, a interpretação errônea do Apocalipse faz surgir seitas, e é por isto que surgiram os Adventistas, os Mórmons, e as Testemunhas de Jeová; tivemos que ler muitos comentários e inclusive orar, pedindo entendimento e cremos que a nossa exposição está dentro daquilo que BREVEMENTE DEVE ACONTECER. Esta obra também estuda os manuscritos antigos que serviram de base para a tradução do livro do Apocalipse. O Apocalipse tem um ingrediente de complexidade a mais, porque o texto original continha tantos erros gramaticais que os escribas que faziam copias tentaram corrigir alguns erros, criando variantes textuais, todavia, nada que comprometesse as ideias originais do livro.




sábado, 3 de outubro de 2015

LIVRO: MEMORIAL CRIMINOSO DO PT - VOLUME I

O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra. São 42 capítulos falando dos crimes cometidos pelo Partido dos Trabalhadores. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:

https://clubedeautores.com.br/book/194321--MEMORIAL_CRIMINOSO_DO_PT




segunda-feira, 29 de junho de 2015

EGIPCIOS HUMEDECÍAN LA ARENA

Por: Escriba Valdemir Mota de Menezes
TÉCNICA INGENIOSA

Esclarecido el misterio de la construcción de las pirámides de Egipto

Los egipcios humedecían la arena para facilitar el arrastre de los bloques de piedra utilizados para levantar estas construcciones milenarias

Pintura mural donde se puede observar una persona arrojando agua delante el trineo
AL-AHRAM WEEKLY
Pintura mural donde se puede observar una persona arrojando agua delante el trineo
EUROPA PRESS / MADRID
SÁBADO, 3 DE MAYO DEL 2014 - 19.11 H
Para construir las pirámides que hoy todavía siguen en pie, los egipcios trasladaban grandes bloques de piedra y estatuas muy pesadas a través de una losa atada a una cuerda y que se arrastraba como un 'trineo' de madera. Según físicos de la Fundación para la Investigación Fundamental sobre la Materia (FOM) y la Universidad de Ámsterdam, los operarios humedecían la arena para facilitar el arrastre de los bloques de piedras. El uso de la cantidad justa de agua en la arena reducía a la mitad la fuerza de tracción requerida y, por lo tanto, se podía prescindir de la mitad de los obreros necesarios para arrastrar los trineos.
Para demostrar este hecho, los científicos colocaron una versión de laboratorio de trineo egipcio en una bandeja de arena para poder determinar la fuerza de tracción requerida y la rigidez de la arena en función de la cantidad de agua. Con estas prácticas, los físicos vieron que la fuerza necesaria disminuía de manera proporcional a la consistencia del suelo.
La razón es que cuando se agrega agua a la arena, surgen puentes capilares, es decir, pequeñas gotitas de agua que unen a los granos entre sí. Así pues, los físicos concluyeron que, con una correcta cantidad de agua, la arena húmeda del desierto es alrededor de dos veces más firme que la arena seca. "Un trineo se desliza con mayor facilidad sobre la arena del desierto firme simplemente porque la arena no se acumula en la parte delantera del trineo como lo hace en el caso de la arena seca", según los investigadores.

Pintura clave

Una pintura mural en la tumba de Djehutihotep, jefe de una de las regiones del Alto Egipto entre 1914 y 1852 a.C., muestra que los egipcios utilitzaron esta técnica para deslizar sus trineos. En la pintura se puede ver cómo una persona vierte agua encima la arena de delante el trineo.
Según los científicos, este descubrimiento puede ser útil para optimizar el transporte y el procesamiento de material granular, cuyo comportamiento físico todavía no se comprende del todo. El material granular representa alrededor del 10% del consumo de energía en el mundo.

Fuente:
http://www.elperiodico.com/es/noticias/ocio-y-cultura/secreto-construccion-piramides-egipto-3264547

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

LECCIÓN 4 - EGIPTO

LECCIÓN 4 - EGIPTO
Para alumnos del 6 año fundamental

Maestro Valdemir Mota de Menezes

Grabado: shaduf (instrumento para eliminar el agua del pozo)
Jeroglíficos - mil caracteres - Hieratic
pirámides
faraón
río Nilo
Papyrus (cómo hacer papiro)
Los principales dioses:
Anubis (muerte / representada por cabezas de chacal)
Horus (Monarquía / representado por el ojo de Horus )
Amon-Ra (dios del Sol)
Osiris (diosa de la Sentencia)

ASTRONOMÍA
Observando la estrella Sirio eran capaces de determinar el calendario de 365 días
momificación
Se retirán órganos, el cuerpo cubierto de bicarbonato de sodio durante dos meses

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

THEON' S LETTER

Theon to his father Theon, greeting.

(Scribe Valdemir) 
 
It was a fine thing of you not to take me with you to the city! If you won’t take me with to Alexandria I won’t take your hand nor ever greet you again. That is what will happen if you won’t take me. Mother said to Archelaus, “It quite upsets him to be left behind (?).” It was good of you to send me presents…on the 12th, the day you sailed. Send me a lyre, I implore you. If you don’t, I won’t eat, I won’t drink; there now!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

IL LIBRO DEI MORTI - VALDEMIR MOTA DE MENEZES

IL LIBRO DEI MORTI

La prima traduzione del Libro dei Morti è stato pubblicato nel 1842. E 'stata una edizione in lingua tedesca, il risultato del lavoro del egittologo tedesco Karl Richard Lepsius, tradotti sulla base del Papiro di Iuef-ankh. Il Libro dei Morti è stato chiamato dagli archeologi che hanno scoperto perché le copie sono state trovate nelle tombe, il suo nome originale parla di viaggio nel mondo della luce, il Libro dei Morti egiziano è una raccolta di magie, incantesimi, preghiere, inni e litanie dell'antico Egitto, scritti su rotoli di papiro e posti in tombe con mummie. Lo scopo di questi testi era di aiutare i morti nel loro viaggio verso l'altro mondo, lontano qualsiasi pericolo si potrebbe trovare il viaggio verso l'Aldilà. (Commento: Scribe Valdemir Mota de Menezes)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

ORIGEN OF EGYPT





One theory put forward by researchers to explain the peopling of Egypt part of the ecology of northern Africa. For millennia, the current Sahara Desert was a region of grasslands, inhabited by hunters and fishermen and later by farmers and ranchers. A climate change caused the dryness of the land, being responsible for the formation of deserts in the region today. Insofar as desertification progressed, a growing share of people, coming from all quarters, settled on the banks of the Nile. The Nile is a river of perennial water, wedged in the middle of the desert. Their annual floods fertilized the land located in the delta and along its banks.

Egypt can be considered a so-called "river civilizations", similar to the Mesopotamian civilization, which grew in the triangle formed by the Tigris and Euphrates, the Chinese civilization that centered around the river Yang-tzu and civilization of the Indus River in the subcontinent Indian. Often we speak of Egypt as a "miracle of the Nile," as if all the richness of their culture should only be to the advantage of nature. But Egypt resembles all those civilizations that might arise and thrive under a centralized government thanks not only to a great river, but also the thousands of men who used their ingenuity and their workforce to organize agricultural services and resolve the human problem of hunger, without which no cultural development is even imaginable.

Without the administrative centralization and division of labor that would be impossible. To the Nile valley and flocked heterogeneous populations of different origins, composed of Saharan whites who abandoned nomadism, proto-Semitic and Semites from Asia western and blacks who got into the valley from sub-Saharan Africa. Egyptian civilization is a mixture, a cultural synthesis between values ​​of these populations.

But that explanation can be found for the fact that these dispersed and heterogeneous groups of hunters, fishermen and farmers primitive, who settled on the banks of the Nile, have given rise to a Egyptian single kingdom, with a centralized state and a complex social stratification, although persistently dual in character? The causal hypothesis hydraulic One hypothesis to account for this fact is called "causal hypothesis hydraulic" theory elaborated by historian Karl A. Wittfogel (1896-1988).

According to this theory, to secure the services of irrigation needed for large-scale agriculture, the state had to organize tyrannically compulsory labor of populations subjected. This required a complex bureaucracy specializing in the service of a central power, which exercised a despotic command over society, inhibiting any manifestation of independence or individuality. Wittfogel coined the term "Asiatic despotism" to characterize these "hydraulic empires", characterized by immobility and stagnation, as opposed to the dynamics and mobility of Western societies. So, according to this theory, the unification of Egypt should be the need for a centralized management of irrigation works for the functioning of complex agricultural system in a country of desert climate. There would be evidence of a growing desertification in North Africa, which have led many people to focus on the banks of the Nile, in a period when rainfall decayed and required the adoption of a system of irrigated agriculture controlled by a centralized and despotic state.


But the causal hypothesis hydraulic does not solve the problem. Recent studies have shown that irrigated agriculture was initially only local, controlled by village communities, who always enjoyed a relative autonomy. Can not be attributed to state centralization and training of Egyptian civilization exclusively to this need for public works irrigation. This irrigation system emerged late as a result of the existence of a strong state.

The hydraulic causal hypothesis is no longer accepted by the community of researchers. It is always dangerous to reduce the complexity of historical processes to rigid schemes postulating hypotheses monocausal. Without concrete research, Wittfogel reduced the richness of Eastern civilizations and a schematism economic concept of "Asiatic despotism" smacks of Eurocentrism (Western societies, modeled are the Greeks, would be dynamic and creative, while Asian societies tend to despotism and stagnation).


Often, cultural prejudices are apparent in glaringly hypothesis elaborated by historians. It is for this reason that history is always under construction a discipline that continually puts in question their own assumptions. There is no theory that explains everything.

Our knowledge of the past is necessarily fragmentary and only concrete research can make our knowledge about the past forward.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

CLEOPATRA - REGINA D' EGITTO ERA GRECA

La regina d'Egitto era in realtà greca Nato nel 60 aC, Cleopatra VII Tea Filopatore, l'ultima regina d'Egitto, non aveva sangue egiziano. Era discendente da una dinastia greca, quella dei Tolomei. Per garantire la legittimità e dimostrarne la discesa divina, i Tolomei, preso come faraonici terre straniere, come fecero gli dèi: si sono sposati tra di loro. La stessa Cleopatra, di rimanere al potere, è venuto a sposare due dei suoi fratelli, Tolomeo 13, e Tolomeo 14. La regina ha dichiarato antico Egitto tra il 51 aC, dopo la morte di suo padre, Tolomeo 12, e 30 aC, quando si suicidò. (Storico Valdemir Mota de Menezes, lo Scriba)


 

sábado, 4 de agosto de 2012

EGIPTO: IMPOSIBLE LA TECNOLOGÍA


EGIPTO IMPOSIBLE LA TECNOLOGÍA
Mis estudios del antiguo Egipto, me lleva a creer que las fuerzas del mal y el ocultismo están involucrados en el pasado distante de Egipto. Los asistentes que se enfrentaron a Dios y Moisés, indica que los antiguos egipcios tenían pactos diabólicos y que los grandes edificios del antiguo Egipto se haya hecho con las fuerzas sobrenaturales del mal (diablo) para poder dejar un símbolo en la Tierra de la potestad de Satanás en la Tierra. No es de extrañar que muchos símbolos del ocultismo y el satanismo son extraídos del antiguo Egipto. (Comentario del historiador Valdemir Mota de Menezes, el escriba).

Egipto tecnologia imposible documental completo... por scribevaldemir

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

QUEM É A ESFINGE?

As teorias sobre a construção da Esfige de Gizé e seus significados, estão longe de serem conclusivas. Praticamente não sabemos nada sobre quem construiu a grande Esfinge, qual o seu significado. Um relato da antiguidade fala que certa vez a esfinge falou em sonho com um egípcio e disse para ele retirar a areia que a estava encobrindo, que ela o faria se tornar um faraó. Assim aconteceu. Quem é a esfinge?????. (Texto do Escriba Valdemir Mota de Menezes)



















Theories on the construction of Esfige of Giza and their meanings are far from conclusive. Practically we know nothing about who built the great Sphinx, what it means. One report says that seniority once in a dream the Sphinx spoke to an Egyptian and told him to remove the sand that was covering up, she would become a pharaoh. So it happened. Who is Sphinx???. (Text of the Scribe Valdemir Mota de Menezes)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

EGIPTOLOGIA

Alunos do oitavo ano façam seus comentários, pesquisas e descrevam o que vocês descobriram sobre as três pirâmides do Egito. Assistam algum video no Yotube e ponham o link para os demais colegas consultarem.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

EGITTO ROMANO

Padroneggiare l'Egitto è sempre stato visto dagli imperi e regni d'Europa e del Medio Oriente come la porta verso il continente africano. I Greci ed i Romani non solo ha cercato di più le incursioni in Africa a causa della barriera naturale del deserto del Sahara, che ha reso la loro traversata verso Nord Africa un compito quasi impossibile. (Da: scriba Valdemir Mota de Menezes)



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Storia dell'Egitto greco e romano
Da Wikipedia, l'enciclopedia libera.


Egitto romano

Il principale interesse romano per l'Egitto era costituito dall'approvvigionamento di grano per l'annona della città di Roma. L'amministrazione romana della provincia d'Egitto si stabilì ad Alessandria, sede del prefetto; Roma introdusse nuovi funzionari, nuove forme di tassazione, abolì i titoli di corte tolemaici e l'autonomia della capitale, che perse la sua Bulè; diverse e sostanziali furono le modifiche apportate al sistema tolemaico di governo, tanto che la storiografia più recente parla senza dubbio di Egitto Romano, distinto dall'Egitto Tolemaico. I Greci continuarono a lavorare nella maggior parte degli uffici amministrativi; come tutto l'Oriente ellenistico, greca rimase la lingua utilizzata nella provincia. Il latino, al contrario, si mantenne vivo in ambito militare. Anche la cultura e l'educazione rimasero greche durante il periodo romano. Durante la dominazione romana il commercio con l'India avviato da Tolomeo I subì una grande accelerazione, diventando un'importante risorsa per l'impero.




Dominazione romana


Il primo prefetto d'Egitto, Gaio Cornelio Gallo, portò l'Alto Egitto sotto il controllo di Roma con un intervento militare e stabilì un protettorato sul distretto della frontiera meridionale, che era stata abbandonata dagli ultimi Tolomei. Il secondo prefetto, Elio Gallo, organizzò una spedizione non riuscita per conquistare l'Arabia: la costa egiziana del Mar Rosso non fu controllata dai Romani fino al regno di Claudio. Il terzo prefetto, Publio Petronio, bonificò dei canali di irrigazione, dando il via ad una ripresa dell'agricoltura.


L'Egitto provincia romana nel 120

Dal regno di Nerone in poi, l'Egitto conobbe un'era di prosperità che durò circa un secolo. I maggiori problemi incontrati riguardarono i conflitti religiosi sorti tra Greci ed Ebrei, in particolar modo ad Alessandria, che in seguito alla distruzione di Gerusalemme nel 70 divenne il centro mondiale della religione e della cultura ebraica. Sotto Traiano vi fu una rivolta ebraica, sfociata nella repressione degli Ebrei di Alessandria e nella perdita di tutti i loro privilegi, anche se in seguito vennero rapidamente ripristinati. Adriano, che visitò due volte l'Egitto, fondò Antinopoli in memoria del suo favorito Antinoo. Da allora in avanti furono eretti edifici in stile greco-romano in tutta la regione.

Sotto Marco Aurelio l'eccessiva tassazione condusse gli Egiziani ad una rivolta (139), che fu repressa solo dopo alcuni anni di combattimento. Questa Guerra Bucolica causò gravi danni all'economia e segnò l'inizio del declino economico dell'Egitto. Avidio Cassio, che fu a capo delle armate romane nella guerra, si autoproclamò imperatore, e fu riconosciuto dagli eserciti di Siria ed Egitto. All'avvicinarsi di Marco Aurelio, comunque, fu deposto ed ucciso, e la clemenza dell'imperatore restaurò la pace. Una rivolta simile scoppiò nel 193, quando Pescennio Nigro fu proclamato imperatore alla morte di Pertinace. L'imperatore Settimio Severo, nel 202, diede una costituzione ad Alessandria ed alle capitali provinciali.


L'evento più rivoluzionario nella storia dell'Egitto romano fu l'introduzione del Cristianesimo nel II secolo. Dapprima esso fu vigorosamente osteggiato dalle autorità romane, che temevano le discordie religiose più di ogni altra cosa in un paese nel quale la religione aveva sempre goduto di una notevole importanza. Comunque la nuova religione fece presto seguaci tra gli Ebrei di Alessandria. Da questi passò rapidamente ai Greci, ed in seguito si diffuse tra gli Egiziani dell'interno, senza che l'antica religione opponesse molta resistenza.


Caracalla (211-217) concesse la cittadinanza romana anche ai Greci d'Egitto. Nel III secolo vi fu una serie di rivolte militari e civili. Sotto Decio, nel 250, i Cristiani subirono le prime persecuzioni, ma la loro religione continuò a diffondersi. Durante il regno di Gallieno, il prefetto Emiliano si fece proclamare imperatore dall'esercito, finché il legato di Gallieno, Teodoto, non lo sconfisse. Poco dopo Zenobia, regina di Palmira, invase e conquistò l'Egitto, ma nel 272 Aureliano pose fine alla rivolta contro Roma. Due generali di stanza in Egitto, Marco Aurelio Probo e Domizio Domiziano, organizzarono con successo delle rivolte e furono proclamati imperatori. Diocleziano nel 296 sconfisse Domizio e riconquistò Alessandria. In seguito l'imperatore riorganizzò il paese, dividendolo in tre province, poi diventate quattro. L'editto di Diocleziano del 303 contro i Cristiani fu l'inizio di una nuova era di persecuzione. Ma questo fu l'ultimo serio tentativo di frenare la crescita della religione cristiana in Egitto.

Egitto bizantino

Il regno di Costantino vide la costituzione di Costantinopoli come nuova capitale dell'Impero, e nel corso del IV secolo esso fu diviso in due, con l'Egitto che si ritrovò nella parte orientale. Durante i secoli V e VI l'Impero Romano d'Oriente si trasformò lentamente nell'Impero Bizantino, uno stato cristiano, di lingua greca, che poco aveva in comune con il vecchio Impero Romano, che nel V secolo scomparve davanti alle invasioni barbariche. L'antica cultura egiziana fu gradualmente dimenticata: a causa della sparizione del sacerdozio pagano, nessuno riusciva più a leggere i geroglifici dell'Egitto faraonico, e i templi dell'antica religione furono convertiti in chiese o abbandonati al deserto. Anche la lingua egiziana antica poco a poco si trasformò nella lingua copta, che divenne il linguaggio liturgico del Cristianesimo egiziano.




Con l'Editto di Milano del 313, Costantino pose fine alle persecuzioni contro i Cristiani, e nel 324 fece del Cristianesimo la religione ufficiale dell'Impero. Il Patriarcato di Alessandria si era notevolmente sviluppato dai primordi del I secolo, ed Alessandria era diventata nel III secolo uno dei centri più importanti della cristianità. Non a caso fu proprio quella città ad essere protagonista del primo grande scisma del mondo cristiano, tra i seguaci del sacerdote alessandrino Ario e l'ortodossia, rappresentata da Atanasio di Alessandria. In seguito al Concilio di Nicea del 325, questi divenne arcivescovo di Alessandria e continuò la battaglia contro le idee ariane. La controversia teologica si trasformò in contesa politica, causando rivolte che interessarono gran parte del IV secolo.


La religione ortodossa non trovò, comunque, terreno fertile in Egitto per una facile diffusione. Oltre all'Arianesimo, varie eresie, come lo Gnosticismo ed il Manicheismo, trovarono numerosi adepti. Un altro fenomeno religioso, iniziato in Egitto dalle prime persecuzioni, fu il Monachesimo, caratterizzato dalla rinuncia al mondo materiale da parte di cristiani, che si recavano nel deserto per vivere da anacoreti. Nel corso del IV secolo il paganesimo perse gradualmente i suoi seguaci, fino alla definitiva scomparsa in seguito all'editto teodosiano del 389. Poco più tardi fu distrutto il celebre tempio di Serapide ad Alessandria d'Egitto, la roccaforte pagana nella regione. Alessandria, la seconda città dell'Impero, continuò ad essere al centro delle violente controversie religiose. Cirillo, patriarca di Alessandria, convinse il governatore della città ad espellere gli Ebrei nel 415. L'uccisione della filosofa Ipazia segnò la fine della cultura classica in Egitto. Un altro scisma nella Chiesa provocò una guerra civile in Egitto.


La controversia monofisita nacque dopo il Concilio di Costantinopoli del 381 e continuò fino al Concilio di Calcedonia del 451, che sancì la vittoria della posizione ortodossa. L'appartenenza della chiesa egiziana al credo monofisita creò gravi problemi a causa dell'ostilità dei rapporti tra il clero ed il prefetto, che rappresentava le idee ortodosse della corte imperiale. Sotto Zenone (474-491) vi fu una serie di deposizioni, deportazioni e condanne dei patriarchi alessandrini a favore dei vescovi nominati dall'imperatore.

La pace religiosa arrivò col regno di Anastasio (491-518), ma la situazione economica dell'Egitto era in condizioni disastrose. Lo spopolamento e la crescente miseria, dovuta in parte ad un sistema fiscale arbitrario, accompagnate dalla diffusione dei grandi latifondi a scapito delle piccole proprietà terriere, erano alcuni dei mali endemici in cui versava l'Egitto. Giustiniano (527-565) si impegnò per salvare il paese dall'anarchia, diede nuovo impulso all'attività edilizia e risolse il problema delle incursioni dei Blemmi.



Alla diocesi d'Egitto subentrò una divisione in cinque eparchie, amministrate ciascuna da un governatore con funzioni civili e militari. Sotto il regno di Giustiniano scomparve anche l'ultimo baluardo pagano, il tempio di Iside a File. Ma nel 616 i Persiani invasero l'Egitto ed occuparono Alessandria. La dominazione persiana durò circa dieci anni, fino a quando le sconfitte subite in Siria ed in Mesopotamia per mano delle truppe imperiali non obbligarono i Persiani a ritirarsi. L'imperatore Eraclio riunì le cariche di prefetto e di patriarca nella persona di Ciro, le cui tendenze antimonofisite ingigantirono la frattura religiosa e politica tra l'Egitto e l'Impero.

Nel 639 un imponente esercito arabo, mandato dal califfo Omar ibn al-Khattab, passò dalla Palestina in Egitto e nel 641 conquistò Alessandria. Dopo 973 anni, finiva così la dominazione greco-romana in Egitto.