segunda-feira, 3 de maio de 2010

FAROL DE ALEXANDRIA

Quase 300 anos antes de Cristo, um farol de 100 metros de altura marcava a importância da cidade de Alexandria. Considerado uma das sete maravilhas da Antigüidade, o Farol de Alexandria foi construído 40 anos após a morte de Alexandre, pelo faraó Ptolomeu II. Sua imensa estrutura, a maior da época, era dividida em três partes, todas bastante decoradas: uma torre quadrada na base, uma torre octogonal sobre a base e outra no alto, redonda, com um fogo sinalizador, que podia ser visto a 100 quilômetros.




Farol de Alexandria

Um elevador hidráulico levava o combustível para a chama, no alto. Por séculos, o farol ajudou os navegadores do Mediterrâneo. Em 365 da era cristã, a construção foi abalada por terremotos, mas sobreviveu por mais mil anos até sua completa ruína. Os restos do Farol de Alexandria permaneceram no fundo do mar até 1992. Até então, desconfiava-se, inclusive, que o farol nunca havia existido. Um grande projeto de recuperação acabou revelando o maior sítio arqueológico submarino do mundo. Mais de 2 mil peças já foram retiradas e muitas nem pertenceram ao farol mas acumularam-se na região.





Farol de Alexandria

Antes das descobertas, acreditava-se que o farol fora construído em mármore, mas os restos mostram que ele era de granito. Curiosamente, o farol está deitado em águas rasas, a apenas oito metros de profundidade.
EXTRAIDO DO SITE: blogmaneiro.com/.../farol-de-alexandria/

ALEXANDRIA

Alexandria, cidade - Esta importante cidade foi fundada na antiguidade por Alexandre Magno no ano 331 a.C., imperador grego e grande conquistador do Oriente. Alexandria entrou para a história por seu farol e biblioteca, ambos monumentos considerados maravilhas do mundo antigo. Alexandre não chegou a concluir a construção da cidade que levaria seu nome, obra que foi concluida por seu sucessor Ptolomeu. Alexandria esta localizada no Egito, há 22 quilômetros a oeste do delta do rio Nilo. Esta cidade foi capital do Egito por mil anos, até que foi conquistada pelos muçulmanos. A moderna Alexandria foi erguida sobre as ruínas da antiga cidade, o que tem dificultado os trabalhos arqueológicos, mas a arqueologia submarina tem nos últimos anos resgatado varios objetos que foram submersos. Em 21 de julho 365 d.C. A cidade sofreu uma grande tragédia, um abalo sísmico matou cerca de cinquenta mil habitantes e destruiu boa parte da cidade.

FONTE:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandria, maio de 2010

http://www.educ.fc.ul.pt/, maio de 2010

--------------------------------------




Por mais de mil anos o antigo centro de Alexandria permaneceu enterrado. Desde que ondas e terremotos enviaram seu afamado farol e sua biblioteca para o fundo do Mediterrâneo, a cidade antiga passou a viver, principalmente, na imaginação das pessoas. Como parte da cidade submergiu, nas últimas décadas os arqueólogos têm escavado em terra e feito pesquisas submarinas e as dificultades são muitas porque a moderna Alexandria foi construída sobre as ruínas da velha cidade. Fundada por Alexandre, o Grande, em 323 a.C., foi governada pelos Ptolomeus e caiu em poder dos romanos em 31 a.C. Nos 300 anos que se seguiram Alexandria foi relegada à situação de província imperial romana, perdendo gradualmente contato com a grandeza de seu passado grego, quando cientistas do calibre de Euclides e Eratóstenes lá estudaram e ensinaram. Seu principal produto de exportação deixou de ser a ciência e passou a ser os cereais e saques sucessivos arruinaram sua beleza.



A tumba de Alexandre, que nunca viu sua cidade concluída, acredita-se que esteja enterrada debaixo da cidade moderna. Tumbas gregas foram descobertas em 1900, quando um burro tropeçou nelas, e arqueólogos poloneses escavaram o teatro romano, encontrado em 1959 debaixo de um cemitério muçulmano. Desde 1994 que são realizadas pesquisas submarinas que exploram ruínas submersas junto ao Forte Qaitbay e os destroços de navios gregos e romanos. A descoberta de cargas afundadas permitiu conhecer o tipo de comércio mantido por Alexandria com o Mediterrâneo no período compreendido entre o IV século a.C. e o VII século d.C. Foram achadas centenas de ânforas que transportavam vinho e óleo e cargueiros que levavam frutas.



Em maio de 1995 restos do famoso Farol de Alexandria, bem como elementos de uma estátua colossal de Ptolomeu II, foram encontrados submersos. Uma vasta necrópole grega, com mais de 240 tumbas, foi descoberta em 1996 a oeste do antigo porto, durante trabalho nas fundações de uma ponte para uma estrada nova. Embora os ladrões já tivessem roubado todas as jóias dessas tumbas, foram encontrados vasos, lamparinas e outros objetos que revelaram os costumes funerários da época. Em meados de 1997 mergulhadores localizaram mais de 2110 blocos arquitetônicos e 26 esfinges usando dispositivos de Sistema de Posicionamento Global (GPS) para mapeá-los com precisão. Posteriormente uma área com aproximadamente um quilômetro quadrado foi delimitada e o GPS ajudou na fixação, dentro de uma tolerância de 30 centímetros, da posição de mais de 1000 artefatos tais como esfinges, colunas e blocos inscritos com hieróglifos. As esfinges encontradas de granito, quartzito e outros materiais, são muito diferentes entre si em tamanho e aspecto, pois pertencem a faraós diferentes, de épocas diferentes. A mais antiga pertence a Sesóstris III (c. 1878 a 1841 a.C.), da XII dinastia, e uma das mais recentes pertence ao faraó Psamético III (526 a 525 a.C.), da XXVI dinastia.


Todas elas são originárias de Heliópolis, ao norte do Cairo, e foram destruídas na época ptolomaica. Esse santuário egípcio muito antigo foi usado como uma pedreira. De lá foram retirados obeliscos, esfinges e todo tipo de peças faraônicas para que fossem usadas em Alexandria. Algumas delas, como obeliscos ou esfinges, foram empregadas na decoração da cidade. Outras foram utilizadas como material de construção. No mesmo ano as escavações em terra desvendaram uma imensa necrópole. Em 1998 foi resgatada do fundo do mar uma esfinge de Ptolomeu XII Aulete, pai de Cleópatra.



A remoção de modernos blocos de concreto do sítio subaquático, em março de 2001, expôs uma área nova aos arqueólogos. Nela foi descoberta uma série de enormes elementos arquitetônicos, bem como fragmentos de pernas que podem completar as estátuas colossais dos Ptolomeus e de suas rainhas encontrados nas campanhas anteriores. Ainda nesse ano as escavações terrestres revelaram uma vasta cisterna e deixaram visíveis a superestrutura do monumento relativamente bem preservada. Seu interior consiste em arcadas de colunas com capitéis antigos re-utilizados. Esta escavação faz parte de um estudo contínuo das cisternas de Alexandria, o qual já produziu resultados tangíveis na compreensão do sistema de provisão de água da importante cidade ptolemaica.



Em 2002 foi localizada submersa uma porta monumental de granito de Assuão. Ainda submersa, dela foram reconstituídos, graficamente, dois batentes, um lintel curvo no estilo egípcio e também lajes com um sistema de dobradiças para uma porta dupla. Trata-se da entrada de um monumento extremamente grande, provavelmente o próprio Farol de Alexandria. Além de tudo isso, ao longo de todos esses anos, dentro da cidade foram descobertas habitações romanas e ptolemaicas, cemitérios antigos e muitas cisternas.
EXTRAIDO DO SITE: http://www.fascinioegito.sh06.com/alexcity.htm

domingo, 21 de fevereiro de 2010

SAQUEADORES FRANCESES

A Europa desse período vivia a época da expansão colonialista de dominação
de terras e mercados nos outros continentes. Tal expansão foi
acompanhada de uma onda de “expedições arqueológicas” européias. É
bastante famosa a espoliação do Egito (1798) pelo exército napoleônico,
Inúmeros artefatos, obras de arte, até partes de templos e palácios foram
levados do Egito para a França. Tais objetos, hoje, fazem parte do acervo
dos principais museus do ocidente, o que, na contemporaneidade, fez
acender o debate sobre uma possível devolução de tais objetos a seus
países de origem. (Unimes Virtual)



O passado condena a todos nós.

Não só a França, mas muitos outros povos, nações e tribos saquearam o Egito e muitas das obras de arte, e objetos religiosos egípcio se encontram espalhado pelo mundo e foram obtidos por meios ilegais e pecaminosos. Só quero vê se alguém vai devolver para fazer o que é politicamente correto....

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

CRONOLOGIA DO EGITO ANTIGO

A lista abaixo segue a cronologia segundo J. B. PAYNE conforme sua obra OUTLINE OF HEBREW HISTORY (Esboço da História dos Hebreus). Alguns ajustamentos de natureza mínima poderão ser justificados à luz de descobertas mais recentes, as datas alistadas abaixo, porém, são pelo menos aproximadamente corretas.

DINASTIAS EGÍPCIAS

Dinastias I e II – 3000-2600
Antigo Reino Egípcio (dinastia III-IV) 2600-2250

Primeiro Período 2250-2000
Intermediário (dinastia VII-XI)
Dinastia XII do Egito
(Reino Médio 2000-1780)

Segundo Período
Intermediário 1780-1546
Dinastia XII-XVII –
(Período dos Hicsos -Dinastia XV-XVI)





Reino Novo do Egito Dinastia XVIII – 1546-1085
Tutmose I 1539-1514
Tutmose II - 1514-1501
Rainha Hatsepsute 1501-1482
Tutmose III - 1501- 1482-1447
Amenotepe II – 1447-1421
Tutmose IV - 1421-1410
Amenotepe III – 1410 – 1376
Amenofis IV (Aquenatem) 1376-1362

DINASTIA XIX

Setos I – 1320-1300
Ramsés II – 1300-1234
Merneptá – 1234-1224

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PRÉ-HISTÓRIA

PRÉ-HISTÓRIA

O Egito possui 3 sítios arqueológicos relacionados com a pré-história, são:Tasa, Faium e Merinde. Em breve estarei discorrendo mais profundamente sobre estes sítios.


acima, foto do vale da Fayum, onde está um dois sitios arqueológicos da pré-história egípcia.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

CARTUCHOS - HIERÓGLIFOS




No período da primeira Dinastia (c. 3150-2686 a.C.), os egípcios começaram a escrever a parte principal dos títulos reais do faraó dentro de uma forma oval alongada, conhecida pelo nome de CARTUCHO. Este elemento da escrita hieroglífica Representava um cordão mágico que afastava do monarca os maus espíritos, conforme a credice egípcia. O cartucho se chamava em egípcio de shenu (Snw)

Os títulos dos faraós eram escritos em dois cartuchos. No primeiro continha o nome de trono (prenomen) e no segundo cartucho continha o nome de nascimento do Faraó (nomen). Foi a compreensão destes elementos que ajudou a humanidade em desvendar e decifrar os segredos dos hieróglifos no século XIX.